Segundo o Espaço Vital, a Polícia Civil de Novo Hamburgo (RS) começa a investigar hoje (8) o caso do sequestro e estupro de uma jovem de 21 anos no Vale do Sinos.
Na sexta-feira (5) o pai da jovem recebeu uma ligação avisando que a filha havia sido sequestrada e exigindo o pagamento de R$ 600 para libertá-la.
Para tanto, deveria entregar o dinheiro no viaduto da ERS-239, no Bairro São José, em Novo Hamburgo. Após fazer o pagamento e receber a filha de volta, o homem chamou a Brigada Militar.
Foi então que ela contou ter ficado em poder de dois homens por cerca de uma hora e 30 minutos, período em que foi violentada. Na DP, ela reconheceu dois homens como sendo os indivíduos que a sequestraram e estupraram.
Segundo o tenente-coronel Carlos Armindo Thomé Marques, que responde pelo Comando Regional de Policiamento Ostensivo do Vale do Sinos, o irmão da jovem é usuário de drogas e estaria devendo dinheiro a traficantes. Por isso a teria atraído até o local onde a dupla a sequestrou.
Obs: O que não está explicado na notícia é que o sequestrador trata-se do meliante conhecido como Jundiá, que confessadamente matou 12 pessoas quando ainda era menor (vide em http://wp.clicrbs.com.br/casodepolicia/2010/12/28/jovem-que-disse-ter-matado-12-pessoas-no-vale-do-sinos-deve-ser-solto-em-marco/).
O delegado que investigava os casos à época já previa que ele voltaria a matar e praticar crimes, quando solto. pois era muito violento.
O que se percebe é que as teses sobre menores e suas recuperação, inseridas no Estatuto da Criança e do Adolescente, não tem tido a aplicação prática que os doutos imaginavam e ainda defendem com unhas e dentes.
Aliás, me impressiona como as pessoas se apaixonam pelas suas teses e as defendem com unhas e dentes.
O menor ficou preso até completar 18 anos e logo em seguida voltou à prática de crimes violentos.
As teses estão sendo confrontadas pela vida. Pior, pela vida dos outros.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Os comentários são bem-vindos.
Não serão aceitos comentários ofensivos, preconceituosos ou que, de qualquer forma, violem direitos.